Morar na África, alguém já parou para pensar que mudança radical?
Pois é, foi assim que começou uma nova etapa na minha vida...
Com doze dias de casada estava eu embarcando nessa nova fase da vida e sem o marido, pois ele que já estava morando em Angola na província de Benguela embarcaria somente 10 dias depois.
Lua de Mel? Sim, foi em Benguela quase dois meses depois do casamento. Mas estavamos muito animados com tantas novidades.
Eu trabalhava em um projeto prestando consultoria na área de Enfermagem para quatro hospitais Centrais em quatro diferentes províncias, à cada quinze dias pegava um avião e trocava de província. ( Mas esse é tema para um próximo conto).
Meu marido permaneceu no país por seis meses, nos encontramos apenas três vezes. A sua missão em Angola já tinha terminado e a minha apenas estava começando, ele retornou ao Brasil e eu permaneci em algum lugar de Angola. Saudades? Muuuuuuuuuuuuuita, mas ele sempre apoiou meu trabalho, agradeço muito por ele ter acreditado em mim. Obrigada amor!!!
Minha equipa (é como chamamos aqui) era composta por seis enfermeiros brasileiros, nesse grupo encontrei uma irmã de alma que me ajudou a encarar muitos dias de saudades da família, trocavamos experiências, riamos e choravamos muito uma com a outra. Dividimos a mesma cama durante um bom tempo, passou o meu primeiro aniversário de casamento comigo, o segundo, o terceiro... haahahaha.
Onde moravamos tinha um vazamento no banheiro e por esse motivo tinhamos que tomar banho dentro de um balde, não sabia desse meu equilibrio hehe.
Estou falando de Pedrita, uma profissional espetacular Enfermeira Obstetra que domina sua área, uma pessoa determinada e cheia de sonhos...
Obrigada Pê por ter caminhado ao meu lado, vc é minha irmã da muxima!!!
Bom, voltando um pouco, pergunto novamente: Morar na África, alguém já parou para pensar que mudança radical?
Realmete muito radical!!!
Decisão tomada, família ciente e todos nos apoiando.
Como meu marido (na época noivo) foi convidado para trabalhar em Angola, eu não podia deixar de aproveitar a oportunidade de conhecer um olhar diferente na área de Enfermagem. Foi assim então que comecei a procurar vagas de enfermeira para Angola.
O meu contato foi todo realizado através de uma comunidade no orkut chamada “Brasileiros em Angola”, lá conheci um grande amigo (Vlade) que encaminhou meu currículo para uma amiga dele (Romy), e assim deu início ao primeiro passo rumo a Angola. (cada vez mais acredito que nessa vida nada é por acaso).
Depois de um bom tempo entre currículo, contatos, entrevistas, paciência, aprovação, documentação, paciência, ansiedade, visto, confirmação de viagem, coração apertado, paciêcia, chegou a hora de arrumar a mala.
Mala?
O que levar?
Só volto para o Brasil daqui três meses, nossa será que vai caber tudo?
Começa a saga da mala 20 dias antes do embarque, claro que contei com a colaboração integral das minhas consultoras em experiência de vida (minha mãe e minha sogra) e também participação especial do meu querido pai, minha irmã e minha filha querida.
Era um tal de kit de unha, kit cabelo (a chapinha vai claaaaaaaaaro), kit costura, kit remédio (esse ficou grande), kit maquiagem, kit saudade, kit malária, kit TPM (muito chocolate), kit, kit,kit.... Saiu até um chec-list para não ficar nada para atrás.
Tudo pronto, Angola lá vou eu...
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Ritmos, movimentos e alegria
A dança distingue diversos géneros, significados, formas e contextos, equilibrando a vertente recreativa com a sua condição de veículo de comunicação religiosa, curativa, ritual e mesmo de intervenção social. Não se restringindo ao âmbito tradicional e popular, manifesta-se igualmente através de linguagens académicas e contemporâneas. A presença constante da dança no quotidiano, é produto de um contexto cultural apelativo para a interiorização de estruturas rítmicas desde cedo. Iniciando-se pelo estreito contacto da criança com os movimentos da mãe (às costas da qual é transportada), esta ligação é fortalecida através da participação dos jovens nas diferentes celebrações sociais (Os jovens são os que mais se envolvem), onde a dança se revela determinante enquanto factor de integração e preservação da identidade e do sentimento comunitário.
Depois de vários séculos de colonização portuguesa, Angola acabou por também sofrer misturas com outras culturas actualmente presentes no Brasil, Moçambique e Cabo Verde. Com isto, Angola hoje destaca-se pelos mais diversos estilos musicais, tendo como principais: o Semba, o Kuduro e a Kizomba.
Depois de vários séculos de colonização portuguesa, Angola acabou por também sofrer misturas com outras culturas actualmente presentes no Brasil, Moçambique e Cabo Verde. Com isto, Angola hoje destaca-se pelos mais diversos estilos musicais, tendo como principais: o Semba, o Kuduro e a Kizomba.
Trocando as palavras...
O português é a única língua oficial de Angola. Para além de numerosos dialectos, Angola possui mais de vinte línguas nacionais. A língua com mais falantes em Angola, depois do português, é o umbundo, falado na região centro-sul de Angola e em muitos meios urbanos. É língua materna de 26% dos angolanos.
O quimbundo (ou kimbundu) é a terceira língua nacional mais falada (20%), com incidência particular na zona centro-norte, no eixo Luanda-Malanje e no Kwanza-Sul.
É uma língua com grande relevância, por ser a língua da capital e do antigo reino dos N'gola. Foi esta língua que deu muitos vocábulos à língua portuguesa e vice-versa.
O quicongo (ou kikongo) falado no norte, (Uíge e Zaire) tem diversos dialectos. Era a língua do antigo Reino do Congo. Ainda nesta região, na província de Cabinda, fala-se o fiote ou ibinda.
O chocué (ou tchokwe) é a língua do leste, por excelência. Têm-se sobreposto a outras da zona leste e é, sem dúvida, a que teve maior expansão pelo território da actual Angola. Desde a Lunda Norte ao Cuando Cubango.
Cuanhama (kwanyama ou oxikwnyama), nhaneca (ou nyaneca) e mbunda são outras línguas de origem bantu faladas em Angola. No sul de Angola são ainda faladas outras línguas do grupo khoisan, faladas pelos san, também chamados bosquímanos.
Embora as línguas nacionais sejam as línguas maternas da maioria da população, o português é a primeira língua de 30% da população angolana[carece de fontes?] — proporção que se apresenta muito superior na capital do país —, enquanto 60% dos angolanos afirmam usá-la como primeira ou segunda língua
O quimbundo (ou kimbundu) é a terceira língua nacional mais falada (20%), com incidência particular na zona centro-norte, no eixo Luanda-Malanje e no Kwanza-Sul.
É uma língua com grande relevância, por ser a língua da capital e do antigo reino dos N'gola. Foi esta língua que deu muitos vocábulos à língua portuguesa e vice-versa.
O quicongo (ou kikongo) falado no norte, (Uíge e Zaire) tem diversos dialectos. Era a língua do antigo Reino do Congo. Ainda nesta região, na província de Cabinda, fala-se o fiote ou ibinda.
O chocué (ou tchokwe) é a língua do leste, por excelência. Têm-se sobreposto a outras da zona leste e é, sem dúvida, a que teve maior expansão pelo território da actual Angola. Desde a Lunda Norte ao Cuando Cubango.
Cuanhama (kwanyama ou oxikwnyama), nhaneca (ou nyaneca) e mbunda são outras línguas de origem bantu faladas em Angola. No sul de Angola são ainda faladas outras línguas do grupo khoisan, faladas pelos san, também chamados bosquímanos.
Embora as línguas nacionais sejam as línguas maternas da maioria da população, o português é a primeira língua de 30% da população angolana[carece de fontes?] — proporção que se apresenta muito superior na capital do país —, enquanto 60% dos angolanos afirmam usá-la como primeira ou segunda língua
Cacimbo e tempos de chuva
O clima de Angola é caracterizado por duas estações, a das Chuvas, de Outubro a Abril e a do Cacimbo, de Maio a Agosto, mais seca e com temperaturas mais baixas. Por outro lado, enquanto a orla costeira apresenta elevados índices de pluviosidade, que vão decrescendo de Norte para Sul, e dos 800 mm para os 50 mm, com temperaturas médias anuais acima dos 23°C.
A beleza de um povo
Os habitantes de Angola são de diferentes etnias, com as seguintes percentagens:
Africanos negros: 95%
Ovimbundos (37%), Quimbundos (25%), Bakongos (13%) e outros grupos nativos.
Brancos: 2%
Mulatos: 2%
Outros: 1%
Os principais centros urbanos, além da capital Luanda, são Lobito, Benguela, Huambo (antiga Nova Lisboa) e Lubango (antiga Sá da Bandeira)
Indicadores Demográficos
População urbana (2005) : 53%
Crescimento demográfico : (2005 - 2010): 2,81%
Taxa de fecundidade (2006) : 6,54
Taxa de natalidade (2002) : 46 por mil
Taxa de mortalidade (2002) : 25,8 por mil
Taxa de mortalidade infantil (est. 2006) : 133 por mil
Expectativa de vida (est. 2006) :
homem: 40,1 anos
mulher: 43 anos
Estrutura por idade (2002):
menores de 15 anos : 47,7%
de 16 a 59 anos : 47,9%
maiores de 60 anos : 4,4%
A beleza de um povo
Os habitantes de Angola são de diferentes etnias, com as seguintes percentagens:
Africanos negros: 95%
Ovimbundos (37%), Quimbundos (25%), Bakongos (13%) e outros grupos nativos.
Brancos: 2%
Mulatos: 2%
Outros: 1%
Os principais centros urbanos, além da capital Luanda, são Lobito, Benguela, Huambo (antiga Nova Lisboa) e Lubango (antiga Sá da Bandeira)
Indicadores Demográficos
População urbana (2005) : 53%
Crescimento demográfico : (2005 - 2010): 2,81%
Taxa de fecundidade (2006) : 6,54
Taxa de natalidade (2002) : 46 por mil
Taxa de mortalidade (2002) : 25,8 por mil
Taxa de mortalidade infantil (est. 2006) : 133 por mil
Expectativa de vida (est. 2006) :
homem: 40,1 anos
mulher: 43 anos
Estrutura por idade (2002):
menores de 15 anos : 47,7%
de 16 a 59 anos : 47,9%
maiores de 60 anos : 4,4%
A história de um país.
O nome Angola deriva da palavra bantu N'gola, título dos governantes de uma região situada a leste da hoje capital Luanda, no século XVI, época na qual começou a o estabelecimento de entrepostos comerciais da região pelos portugueses[carece de fontes?]. A ocupação efectiva deu-se após o Ultimato Britânico. Visou açambarcar a maior quantidade de território possível[carece de fontes?].
Foi uma colónia portuguesa até 1975, ano em que o país ganhou sua independência. Durante a ocupação filipina de Portugal, os holandeses procuraram desapossar os portugueses desta região, ocupando Luanda e outros pontos estratégicos do litoral (Benguela, Santo António do Zaire, as barras do Bengo e do Cuanza). Em 1648, o luso-brasileiro Salvador Correia de Sá reuniu no Rio de Janeiro uma grande expedição, com uma frota de quinze navios e cerca de dois mil homens, que expulsou os holandeses para contentamento tanto dos portugueses como dos colonos do Brasil. No século XX Angola não conheceu a paz desde 1961 até 2002, primeiro em virtude da luta contra o domínio colonial português, depois como consequência da guerra civil que eclodiu em 1975 entre os principais partidos de Angola, os anteriores movimentos de libertação. O poder político manteve-se na posse do Movimento Popular de Libertação de Angola desde 1975, embora o partido da oposição União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) tenha dominado parte do território até ao fim da última guerra civil.
Actualmente, o poder político em Angola está concentrado na Presidência. O ramo executivo do governo é composto pelo presidente (atualmente José Eduardo dos Santos), pelo primeiro-ministro (actualmente Paulo Kassoma) e pelo Conselho de Ministros.
Angola tem a sua divisão administrativa composta por 18 províncias. A divisão administrativa do território menor é o Bairro na cidade, enquanto que nos meios rurais é a povoação.
Angola situa-se na costa atlântica Sul da África Ocidental, entre a Namíbia e o Congo. Também faz fronteira com a República Democrática do Congo e a Zâmbia, a oriente. O país está dividido entre uma faixa costeira árida, que se estende desde a Namíbia chegando praticamente até Luanda, um planalto interior húmido, uma savana seca no interior sul e sudeste, e floresta tropical no norte e em Cabinda. O rio Zambeze e vários afluentes do rio Congo têm as suas nascentes em Angola. A faixa costeira é temperada pela corrente fria de Benguela, originando um clima semelhante ao da costa do Peru ou da Baixa Califórnia. Existe uma estação das chuvas curta, que vai de Fevereiro a Abril. Os verões são quentes e secos, os invernos são temperados. As terras altas do interior têm um clima suave com uma estação das chuvas de Novembro a Abril, seguida por uma estação seca, mais fria, de Maio a Outubro. As altitudes variam bastante, encontrando-se as zonas mais interiores entre os 1.000 e os 2.000 metros. As regiões do norte e Cabinda têm chuvas ao longo de quase todo o ano.
A maioria dos rios de Angola nasce no planalto do Bié, os principais são: rio Cuanza, rio Cuango, rio Cuando, rio Cubango e rio Cunene.
Foi uma colónia portuguesa até 1975, ano em que o país ganhou sua independência. Durante a ocupação filipina de Portugal, os holandeses procuraram desapossar os portugueses desta região, ocupando Luanda e outros pontos estratégicos do litoral (Benguela, Santo António do Zaire, as barras do Bengo e do Cuanza). Em 1648, o luso-brasileiro Salvador Correia de Sá reuniu no Rio de Janeiro uma grande expedição, com uma frota de quinze navios e cerca de dois mil homens, que expulsou os holandeses para contentamento tanto dos portugueses como dos colonos do Brasil. No século XX Angola não conheceu a paz desde 1961 até 2002, primeiro em virtude da luta contra o domínio colonial português, depois como consequência da guerra civil que eclodiu em 1975 entre os principais partidos de Angola, os anteriores movimentos de libertação. O poder político manteve-se na posse do Movimento Popular de Libertação de Angola desde 1975, embora o partido da oposição União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) tenha dominado parte do território até ao fim da última guerra civil.
Actualmente, o poder político em Angola está concentrado na Presidência. O ramo executivo do governo é composto pelo presidente (atualmente José Eduardo dos Santos), pelo primeiro-ministro (actualmente Paulo Kassoma) e pelo Conselho de Ministros.
Angola tem a sua divisão administrativa composta por 18 províncias. A divisão administrativa do território menor é o Bairro na cidade, enquanto que nos meios rurais é a povoação.
Angola situa-se na costa atlântica Sul da África Ocidental, entre a Namíbia e o Congo. Também faz fronteira com a República Democrática do Congo e a Zâmbia, a oriente. O país está dividido entre uma faixa costeira árida, que se estende desde a Namíbia chegando praticamente até Luanda, um planalto interior húmido, uma savana seca no interior sul e sudeste, e floresta tropical no norte e em Cabinda. O rio Zambeze e vários afluentes do rio Congo têm as suas nascentes em Angola. A faixa costeira é temperada pela corrente fria de Benguela, originando um clima semelhante ao da costa do Peru ou da Baixa Califórnia. Existe uma estação das chuvas curta, que vai de Fevereiro a Abril. Os verões são quentes e secos, os invernos são temperados. As terras altas do interior têm um clima suave com uma estação das chuvas de Novembro a Abril, seguida por uma estação seca, mais fria, de Maio a Outubro. As altitudes variam bastante, encontrando-se as zonas mais interiores entre os 1.000 e os 2.000 metros. As regiões do norte e Cabinda têm chuvas ao longo de quase todo o ano.
A maioria dos rios de Angola nasce no planalto do Bié, os principais são: rio Cuanza, rio Cuango, rio Cuando, rio Cubango e rio Cunene.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Angola do Meu coração
"Vou contar-vos a história de um povo, que tem tudo para sorrir de novo.
Vou falar-vos da velha coragem sacrifícios e muitas viagens.
Vou falar do soldado tombado anulando o sorriso rasgado.
Do candeio que sofreu calado e do povo que estava cansado.
Vou falar desta terra de glórias,nossa Angola de muitas memórias.
Vou falar de um povo que quis, finalmente agora feliz.
Vou mostrar-vos uma nova terra, agora sem guerra.
Angola do meu coração
Mangole não se deixa, não vacila a hora é essa.
Dai me a tua mão, para junto comigo bombar.
Nossa Angola juntos levantar.
Angola
Vou falar do artista sofrido, que pintou 30 anos de guerra, finalmente hoje tem a honra de pintar anos brancos de paz.
Vou falar deste craque Montorras, dos golassos no nosso aguar.
Mano brincadeira tem hora.
Paz alegria aqui mora.
Vou falar para você que migrou, na esperança de vida melhor.
Olha nosso povo te espera!
Vou falar do meu povo de novo, sem esquecer dos que saiu do ovo.
Vou falar dos Palancas Negras, os donos do meu coração.
Vou falar do pula que ficou, no gingar dessa negra Angolana para Europa nunca mais basou, com a Marina do mar ficou.
Vou mostrar-vos uma nova terra, agora sem guerra.
Angola do meu coração,Mangole não se deixa, não vacila a hora é essa, dai me a tua mão para junto comigo bombar nossa Angola juntos levantar.
Angola do meu coração."
Paulo Flores
Vou falar-vos da velha coragem sacrifícios e muitas viagens.
Vou falar do soldado tombado anulando o sorriso rasgado.
Do candeio que sofreu calado e do povo que estava cansado.
Vou falar desta terra de glórias,nossa Angola de muitas memórias.
Vou falar de um povo que quis, finalmente agora feliz.
Vou mostrar-vos uma nova terra, agora sem guerra.
Angola do meu coração
Mangole não se deixa, não vacila a hora é essa.
Dai me a tua mão, para junto comigo bombar.
Nossa Angola juntos levantar.
Angola
Vou falar do artista sofrido, que pintou 30 anos de guerra, finalmente hoje tem a honra de pintar anos brancos de paz.
Vou falar deste craque Montorras, dos golassos no nosso aguar.
Mano brincadeira tem hora.
Paz alegria aqui mora.
Vou falar para você que migrou, na esperança de vida melhor.
Olha nosso povo te espera!
Vou falar do meu povo de novo, sem esquecer dos que saiu do ovo.
Vou falar dos Palancas Negras, os donos do meu coração.
Vou falar do pula que ficou, no gingar dessa negra Angolana para Europa nunca mais basou, com a Marina do mar ficou.
Vou mostrar-vos uma nova terra, agora sem guerra.
Angola do meu coração,Mangole não se deixa, não vacila a hora é essa, dai me a tua mão para junto comigo bombar nossa Angola juntos levantar.
Angola do meu coração."
Paulo Flores
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